Ministério da Saúde investe mais de R$ 65 milhões na ampliação da rede de saúde mental


Municípios brasileiros receberão recursos para habilitação de 74 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 100 Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), duas unidades de acolhimento e 144 Serviços Hospitalares de Referência

O Ministério da Saúde está repassando mais de R$ 65 milhões para a ampliação e abertura de novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), Unidades de Acolhimento (UA) e Serviços Hospitalares de Referência (SHR) nos municípios brasileiros. O investimento em saúde mental foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (29/10) por meio das Portarias nº 2.9722.9732.9742.9752.9762.9772.9822.9832.985 e 2.987.

No total, foram habilitados 74 novos CAPS e outros 9 receberam alterações de modalidade, representando um investimento anual de R$ 36.142.389,00. Em relação às Residências Terapêuticas, foram habilitados 100 novos serviços, com repasse anual de R$ 20.247.000,00 para diversas cidades espalhadas nas regiões do país. Também foram habilitadas duas Unidades de Acolhimento com o repasse anual de R$ 600.000,00 e 144 serviços hospitalares de referência, com o repasse anual de R$ 9.694.270,08.

Os recursos financeiros são destinados aos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde, repassados aos serviços que foram habilitados nas portarias para receberem os recursos mensais.

SERVIÇOS

Os CAPS, em suas diferentes modalidades, fazem parte da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Atenção Primária à Saúde (APS) e são serviços gratuitos especializados de caráter aberto e comunitário. São constituídos por equipes multiprofissionais que atuam sob a ótica interdisciplinar e realizam prioritariamente atendimento às pessoas com transtornos mentais graves e persistentes e às pessoas com sofrimento ou transtorno mental em geral, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas.

O cuidado, no âmbito do Centro de Atenção Psicossocial, é desenvolvido por intermédio de Projeto Terapêutico Singular (PTS). Portanto, o tratamento apropriado a cada pessoa será definido a partir do diagnóstico pela equipe e na construção do projeto individual, sendo acompanhado pelos serviços aos quais a pessoa for referenciada. Os CAPS são únicos responsáveis pela indicação do acolhimento, pelo acompanhamento, pelo planejamento da construção do PTS, dando seguimento ao cuidado e possibilitando a articulação intersetorial para promover a reinserção dos usuários na comunidade.

Os Serviços Residenciais Terapêuticos, constituídos nas modalidades Tipo I e Tipo II, são moradias que possuem um espaço de moradia que garanta o convívio social e a reabilitação psicossocial de pessoas portadoras de transtornos mentais graves. Podem receber de 1 até 8 moradores, tipo I e 1 a 10 moradores a tipo II, dependendo do grau de dependência, especialmente em função do seu comprometimento físico, que contam com suporte profissional para atender as demandas e necessidades de cada um.

Já as Unidades de Acolhimento Adulto (UAA) e Infanto-Juvenil (UAI) oferecem cuidados contínuos de saúde e funcionam como uma casa, onde pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas são acolhidas enquanto fazem tratamento em outros pontos da RAPS. O tempo de permanência nessas unidades é de até seis meses.

INVESTIMENTOS

Durante a pandemia da Covid-19, o Ministério da Saúde reforçou o atendimento em saúde mental. Além desses investimentos, já foram repassados R$ 1,1 milhão para ampliação e abertura de novos CAPS, residências terapêuticas e leitos de saúde mental, entre outros serviços.

Também foi realizada a transferência de recursos financeiros de custeio para aquisição de medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica utilizados no âmbito da saúde mental, em virtude dos impactos sociais ocasionados pela pandemia da Covid-19, com impacto orçamentário de R$ 649.833.472,83.

O Ministério da Saúde orientou os gestores das RAPS sobre os cuidados para prevenção e disseminação do coronavírus e recomendou a não interrupção dos atendimentos durante a pandemia.

Atualmente, os serviços e atendimentos de saúde mental estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) em:

  • 42 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS);
  • 144 Consultórios de Rua;
  • 2.730 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS);
  • 791 Serviços de Residência Terapêuticas
  • 68 Unidades de Acolhimento (Adulto e Infantojuvenil);
  • 1.785 Serviço Hospitalar de Referência (Leitos em Hospitais Gerais);
  • 13.877 Leitos em Hospitais Psiquiátricos;
  • 50 Equipes multiprofissionais de atenção especializada em Saúde Mental.

 

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/ministerio-da-saude-investe-mais-de-r-65-milhoes-na-ampliacao-da-rede-de-saude-mental. 

ALIMENTOS PODEROSOS CONTRA O CÂNCER

7 ALIMENTOS PODEROSOS CONTRA O CÂNCER

A prevenção dos tumores malignos está em hábitos de vida saudáveis, principalmente na dieta. Saiba quais são os alimentos mais poderosos contra o câncer.

Dar preferência a uma alimentação saudável é uma das melhores formas de prevenir o surgimento de tumores malignos. Para isso, é necessário reforçar o consumo de alimentos poderosos contra o câncer e evitar aqueles que aumentam o risco dessa doença.

De acordo com o INCA, a alimentação inadequada é a segunda maior causa de câncer que poderia ser evitada, perdendo apenas para o cigarro. Estima-se que 20% dos tumores malignos e 35% das mortes por essa doença tenham origem nos hábitos alimentares dos pacientes.

Pensando nisso, preparamos uma lista com os alimentos que você deve incluir no seu prato para ter uma dieta mais saudável e se prevenir contra as neoplasias:

1. Espinafre


Os vegetais de folhas verde-escuras trazem muitos benefícios para a nossa saúde, mas é o espinafre que mais se destaca na prevenção do câncer. Isso acontece porque ele é rico em substâncias como o ácido fólico e a vitamina E.


A insuficiência de ácido fólico no organismo está associada a um maior risco do surgimento de tumores, pois ele é essencial para o funcionamento de enzimas que fazem a manutenção do DNA das células. Assim, quando ingerimos ácido fólico em quantidade suficiente, ajudamos nosso corpo a combater a formação de células defeituosas que poderiam se tornar malignas com o tempo.

A vitamina E, por sua vez, é um excelente antioxidante. Dessa forma, ela combate a ação dos radicais livres, que causam danos no DNA e podem levar ao surgimento de um câncer. As pesquisas mostram que a vitamina E é especialmente poderosa contra o câncer de próstata.

2. Uvas de cor escura


A casca das uvas de cor roxa ou vermelho-escura é rica em resveratrol, uma substância capaz de combater o câncer por diversos mecanismos e de potencializar o efeito da quimioterapia em pacientes que já estão em tratamento.


Seu modo de ação inclui as capacidades de aumentar a taxa de morte de células defeituosas, diminuir a proliferação de células malignas, regular o ciclo de vida das células e controlar o funcionamento das enzimas antioxidantes.

Além da fruta em si, é possível ingerir o resveratrol ao consumir o suco ou o vinho feito com uvas de casca escura.

3. Castanha-do-pará


A castanha-do-pará é uma oleaginosa muito rica em selênio, um mineral que atua como antioxidante e combate os radicais livres que se ligam ao DNA, danificam nosso material genético e podem causar um câncer.
Consumir uma castanha-do-pará ao dia já supre as quantidades de selênio necessárias. O consumo de mais de duas castanhas diariamente não é recomendado, pois o mineral pode se acumular nos tecidos de forma prejudicial.

4. Alho


Ao ser amassado, como acontece na culinária, os dentes de alho produzem uma reação química que dá origem a um composto capaz de reduzir o crescimento e provocar a morte de células defeituosas, evitando a formação de um tumor maligno.

Além disso, o alho contém selênio, vitamina C, manganês e vitamina B6, que atuam como antioxidantes e combatem os danos celulares causados pelos radicais livres.

O alho se destaca principalmente na diminuição dos riscos de câncer de esôfago, estômago, intestino, mama, cólon de útero e próstata.

5. Salmão


O salmão e outros peixes gordurosos de água salgada, como o arenque e a sardinha, são famosos por seu alto conteúdo de ômega-3, um ácido graxo com alto poder antioxidante que reduz os riscos de doenças cardiovasculares.

Além disso, o ômega-3 também previne o envelhecimento precoce das células, fazendo com que elas se reproduzam de forma saudável. Dessa forma, reduz-se o risco da formação de células defeituosas, que poderiam se tornar malignas, diminuindo também o surgimento de câncer.

Porém, assim como acontece com outros alimentos desta lista, o consumo de salmão deve ser moderado, pois o excesso de ômega-3 na alimentação ou suplementação pode favorecer o surgimento ou agravar o câncer de próstata.


Continua: https://medprev.online/blog/alimentos-poderosos-contra-o-cancer.html

Fonte:medprev

Como o Brasil se prepara para garantir a vacina de covid-19

 

Como o Brasil se prepara para garantir a vacina de covid-19 à população

Com acordos firmados com pesquisas estrangeiras e um dos melhores programas de vacinação pública do mundo, país está em posição relativamente segura na corrida pela imunização contra o coronavírus, avaliam especialistas.

    




Há no mundo seis vacinas contra a covid-19 na fase 3 de ensaios clínicos; duas receberam apoio direto do Brasil

O Brasil teve uma reação lenta e descoordenada para frear a disseminação da covid-19, com o presidente Jair Bolsonaro e parte dos governadores questionando recomendações da comunidade científica sobre o tema. Como resultado, o país atingiu no último sábado (08/08) 100 mil mortos pela doença e divide com Estados Unidos e Índia a liderança no número de novos casos diários. Os preparativos para a testagem, produção e distribuição de uma vacina eficaz, porém, colocam hoje o Brasil em uma situação relativamente segura na corrida para imunizar sua população, segundo especialistas consultados pela DW Brasil.

Há no mundo seis vacinas contra a covid-19 na fase 3 de ensaios clínicos, a última etapa antes da aprovação, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dessas, duas receberam apoio direto de autoridades brasileiras e já contam com acordos que envolvem a compra e produção em território nacional: a desenvolvida pela universidade britânica de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca, escolhida pelo governo federal, e a criada pela chinesa Sinovac, que tem o governo de São Paulo como parceiro.

As duas adotam tecnologias distintas, com vantagens e desvantagens. A aposta do presidente Jair Bolsonaro foi a de Oxford, por meio de uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, instituição pública sediada no Rio de Janeiro. Na quinta-feira passada, o presidente assinou uma medida provisória abrindo crédito de R$ 1,9 bilhão para adquirir a tecnologia e oferecer 100 milhões de doses para brasileiros até meados de 2021, sendo 30 milhões ainda neste ano se a vacina se mostrar eficaz, distribuídas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Paralelamente, o governador de São Paulo, João Doria, aplica recursos paulistas em uma parceria entre o Instituto Butantan, órgão público de pesquisas biológicas, e a empresa chinesa Sinovac. Se apresentar bons resultados, poderiam ser produzidas no país 30 milhões de doses dessa vacina até janeiro de 2021.

A escolha do governo federal

A opção do Ministério da Saúde pela vacina da Oxford/AstraZeneca começou a ser costurada no final de junho, quando a Fiocruz assinou um acordo prévio de cooperação para transferência de tecnologia e recebimento de insumos. A parceria foi confirmada em 31 de julho e viabilizada financeiramente pela medida provisória da semana passada.


Fonte: DWbrasil

Continua: https://www.dw.com/pt-br/como-o-brasil-se-prepara-para-garantir-a-vacina-de-covid-19-%C3%A0-popula%C3%A7%C3%A3o/a-54528808

Ministério da Saúde investe mais de R$ 65 milhões na ampliação da rede de saúde mental

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